Você ama o que faz?

Você acredita que existe diferença entre fazer o que ama e amar o que faz? Precisamos relacionar, dentro de nós mesmos, o gostar do que se faz com a importância do que precisa ser feito.

O assunto parece um tanto quanto subjetivo, mas em termos gerais, podemos dizer que a chave do sucesso está em desenvolver o gosto de fazer bem aquilo que precisa ser feito para não ficar refém do impulsionamento de fatores externos para tal ação, como por exemplo, exigência constante da liderança. A tendência natural do ser humano é de priorizar fazer apenas aquilo que se gosta e em grande parte do nosso tempo temos que cumprir tarefas menos atraentes seja no trabalho ou na vida pessoal.

E o grande desafio vem neste momento: como passar a gostar de fazer o que precisa ser feito?

A solução não é tão simples, mas está longe de ser um enigma indecifrável. O principal ponto a ser entendido é que devemos adotar um processo muito importante de mudança de mentalidade, iniciando sobre o próprio conceito de trabalho. Quando entendemos que o trabalho é imprescindível e que é o principal meio de desenvolvimento das nossas experiências, a perspectiva muda automaticamente e as coisas passam a fazer mais sentido em nossas vidas.

Se analisarmos no sentido social mais amplo, o trabalho pode ser considerado um dos fatores mais importantes, pois é por meio dele que as pessoas protegem sua família, oferecendo uma base estrutural de sustento, educação, saúde e segurança. Mas diante de tal importância, por que ainda não consideramos ser suficiente esse motivo para desenvolvermos o gosto verdadeiro pelo trabalho?

O ser humano é movido a desafios e satisfação, então um modo bastante eficaz é simplesmente entendermos que somos nosso próprio desafio e devemos superar a nós mesmos diariamente, fazendo o melhor trabalho possível a cada momento. Parece óbvio, mas na prática muita gente não leva isso a sério. Quando a pessoa dá o seu melhor em qualquer atividade, executa a tarefa com determinação e entrega toda sua energia e disposição, o resultado inevitavelmente será positivo. Com isto, organicamente, se desencadeia um processo de satisfação pelo resultado alcançado.

Você planta, em meio a uma rotina maçante, uma semente de satisfação que gerará prazer e orgulho, e consequentemente a sensação de felicidade. Do jeito mais natural possível, essa onda positiva torna o trabalho muito mais gratificante e agradável, trazendo gradativamente o amor pelo que se faz.

Busque um propósito em tudo, dê sentido ao trabalho. Por mais simples que seja uma atividade, ela tem uma razão para existir. Todos nós fazemos parte de uma pequena parcela de um todo e, sem dúvida alguma, cada qual terá fundamental importância no processo. Entenda o seu propósito, dê o seu melhor, ame o que você faz hoje e seja feliz!

RS Serviços é TOP5 da maior premiação de RH do Brasil

No último dia 24, a RS Serviços recebeu a placa de Top5 do Top of Mind de RH, que reconhece que a empresa está entre as cinco mais lembradas pelos RHs do Brasil na categoria conservação e limpeza. Este é o principal prêmio de Recursos Humanos do Brasil.

O setor de recursos humanos é de extrema importância em uma empresa, já que é um dos responsáveis direto pelo capital humano – os colaboradores. Sendo assim, estar entre as cinco instituições que são lembradas de imediato quando se questiona sobre o segmento é um resultado muito almejado no mercado. Mais que isso, receber esse prêmio em um período de pandemia, demonstra que a empresa não se desviou de seu caminho mesmo em tempos difíceis.

“É um prazer para a RS estar entre as 5 empresas indicadas do Top of Mind de 2021, isso demonstra que estamos no caminho certo. A cultura da nossa empresa é atender bem todas as pessoas e a indicação ao prêmio vem para valorizar ainda mais a qualidade do nosso trabalho nesse competitivo mercado de terceirização”, diz Renata Pirolo, Coordenadora de Marketing da RS Serviços, que recebeu a placa durante o evento.

A homenagem aos indicados da 24ª edição do principal prêmio de Recursos Humanos do Brasil ocorreu no formato drive-thru por precauções em relação à pandemia de Covid-19.

Próxima etapa

O prêmio é realizado em duas etapas. A primeira é feita por indicação espontânea, na qual os profissionais de RH indicam as empresas para diferentes categorias. Dessa etapa surge o TOP5 de cada segmentação, que é formado pelas cinco empresas que vão para a votação final.

Agora, a RS concorre ao topo dessa conquista. A votação que vai premiar os vencedores da edição 2021 do prêmio está aberta até o dia 2 de outubro. Se você é do setor de RH, basta acessar https://votetopofmindderh.com.br/entrar e escolher os seus favoritos.

A evolução natural do colete balístico

Sua mola propulsora, o poder crescente das armas de fogo.

“Evoluindo da palha, seda e algodão na antiguidade para se proteger das flechas dos inimigos. Passando pelo ferro, couro e aço utilizado no combate corpo a corpo.” (Edisio Do Ó Loiola Junior e Nilson Ferreira em “Histórico e evolução do colete balístico”)

Entende-se que o colete balístico se originou a partir do aprimoramento das primeiras proteções de infantaria dos exércitos da antiguidade. Na cronologia de sua construção advém de materiais como palha, algodão, seda, couro, passando por aço até a descoberta das fibras sintéticas. No histórico evolutivo, percebe-se sempre uma grande preocupação, a redução do peso excessivo para melhor desempenho do combatente nas mais diversas missões.

Sobre a evolução natural dos coletes balísticos, pode-se entender que o homem, em sua instintiva atitude de autoproteção, necessitava criar dispositivos cada vez mais eficientes conforme surgiam ameaças mais potentes, basicamente atreladas ao desenvolvimento das armas de fogo. Nos conflitos onde espadas, flechas e outros elementos perfurocortantes eram as principais ameaças, já existiam armaduras que exerciam tal proteção. Apesar da dúvida da origem do primeiro colete balístico, há quem diga que o crédito pode ser dos Chineses, Coreanos, Norte Americanos e até dos Ingleses, mas o fato principal foi, a proteção veio a partir da ameaça.

De acordo com Rob LAMMLE, em “A Brief History of Bulletproof Vests, 2010”, no século XVI, período visto pelos historiadores como o momento que a civilização ocidental se desenvolveu e se impôs, um ferreiro europeu, após concluir uma armadura peitoral, disparou um projétil contra a mesma para provar sua eficiente proteção impenetrável por projéteis de armas da época. O tiro apenas amassou sua armadura, promovendo, assim, sua invenção, o exemplar que provava sua resistência. Talvez, a partir deste fato, originou-se o termo “bullet proof”.

O exército Norte Americano fez experimentos com seus soldados na primeira grande guerra, os equipando com uma peça que cobria o torso e a cabeça, equipamento desenvolvido a base de uma liga metálica com cromo e níquel. Sua proteção à tiros de rifle, em contrapartida, pesava vinte quilos (David M. ROWEL, A History of Bulletproof vest and Body Armor, 2011). Avançando na linha do tempo, as fibras sintéticas, popularmente conhecidas como aramida, surgem por volta de 1970, chegando ao mercado com uma combinação de resistência, leveza e flexibilidade. Sem dúvida o maior avanço na história da produção de coletes balísticos.

Hoje, o mercado apresenta soluções balísticas diversas com alta tecnologia de materiais empregada. A partir de variados conceitos de pesquisa e desenvolvimento movidos pelo trinômio ergonomia, flexibilidade e proteção, talvez, a busca incessante por novas descobertas possa ter seu viés voltado novamente para a natureza, desta vez, através do fio da teia de aranha. Considerado um dos materiais mais fortes e flexíveis produzidos no meio ambiente, pode ser a próxima substância a ser explorada para novas soluções de equipamentos de segurança no futuro.

Renata Alexandrino Pirolo, Especialista de marketing (Artigo publicado na edição 3, Jul/Ago 2018 da Newsletter Abranews da ABRABLIN)

O poder da capacitação

Fuja de empresas que não investem em treinamento e capacitação de seus colaboradores. Não coloque sua vida profissional em risco!

Capacitar é dar autonomia e autoconfiança para o colaborador realizar com maestria as atividades destinadas e confiadas a ele.

A utilização de programas de treinamento tem sido algo cada vez mais frequente nas grandes empresas. Além de uma equipe mais qualificada que, como consequência, entregará resultados com maior qualidade, os colaboradores treinados recebem conteúdo vasto que pode ser aplicado, inclusive, em sua rotina, contribuindo também para a organização de suas responsabilidades pessoais.

Quando o colaborador entra para uma organização, inicia-se um ciclo, no qual se deve nutrir o profissional desde o começo, para que ele se sinta integrado aos valores da empresa e para que ele tenha total conhecimento do seu plano de trabalho e poder vislumbrar uma projeção profissional.

Por isso, quando pensamos em capacitação de pessoas, olhamos para o futuro da empresa contando com esses colaboradores mais engajados, assertivos e proativos, além de torná-los peças fundamentais na promoção das relações interpessoais mais fortalecidas dentro da equipe.

A cada dia que passa, identificamos novas necessidades, sejam essas exigidas por clientes, tendências do mercado ou criadas para melhorias dos métodos e processos internos de trabalho. Por isso, investe-se muito no desenvolvimento do capital humano, do operacional ao estratégico.

A capacitação vai além do simples papel operacional das organizações. Sua função principal é preparar seus colaboradores, por exemplo, para enfrentarem situações inerentes a sua função que podem exigir alguma habilidade extra. Estando o colaborador treinado, através da aplicação de conhecimentos por um time especializado em desenvolvimento de pessoas, ele terá a possibilidade de resolver adversidades, sugerir alternativas de progresso e criar um ambiente adequado, trazendo cada vez mais soluções para melhores resultados.

E com a capacitação, as vantagens se tornam inúmeras para todos. Para a empresa os ganhos se dão por meio de:

  • Aumento da produtividade;
  • Redução do turn over;
  • Motivação individual e das equipes;
  • Melhora nas relações interpessoais;
  • Aumento das vendas;
  • Redução de custos; e
  • Relevância no mercado.

Treinamento e reciclagem de conhecimento para os colaboradores são pontos cruciais para o sucesso da empresa, para elevar o nível do ambiente organizacional e ter maior fluidez dos processos de trabalho. Boas empresas apreciam pessoas talentosas, investem em seu time e acreditam no seu potencial.

Mudando o mindset

Embora as transformações corporativas sejam quase universalmente consideradas processos realizados de cima para baixo, os líderes médios (gerentes, coordenadores e supervisores) podem fazer mudanças significativas quando têm a mentalidade certa.

E como qualquer pessoa pode fazer mudanças positivas no coletivo da empresa e obter sucesso?

Tudo começa tendo uma história louvável e comportamento respeitoso em grupo. Devemos ter consciência do nosso papel e estarmos dispostos a propagar a verdade e o respeito nas relações do dia a dia sem condicionar isso a barreiras hierárquicas. Precisamos aproveitar todas as chances que recebemos, aceitar com benevolência o crescimento alheio e aplaudir as oportunidades alcançadas pelos outros. Aprimorar nossas habilidades de desafiar o status quo para um bem maior do coletivo, muitas vezes, é uma situação inaceitável para aqueles profissionais que não sabem lidar com o sucesso e isso se torna uma mola propulsora negativa no ambiente de trabalho por meio de atitudes contagiosas.

Se o poder transformador de uma única pessoa já faz a diferença, imagine um universo de possibilidades que se abre quando temos um grupo engajado!

Contribuir para um bem maior deve ser uma necessidade humana fundamental. Quando damos voz a um propósito consistente, outros nos seguirão e podemos ter resultados surpreendentes. Até mesmo uma mudança de cultura em larga escala pode acontecer, seja no seu posto de trabalho, no seu departamento, na percepção do cliente em relação à empresa ou em um bate-papo com o colega de trabalho na pausa para o cafezinho.

O poder da construção gradual de habilidades não deve ser subestimado mediante o seguinte pensamento fracassado e mesquinho: “sempre fui assim, sempre fiz dessa forma e não vou mudar. ” Treine seu “músculo” da coragem para se desafiar a pensar além do próprio umbigo de forma legítima, para que esteja pronto para desafios maiores quando a empresa assim exigir. Sempre haverá portas abertas para todos e, no caminho corporativo, terão pessoas incríveis dispostas ao bem comum, esteja apto a reconhecê-las e juntos impulsionarem o poder de transformação emergente de grandes equipes.

Resenha de uma comédia francesa (Eu não sou um homem fácil)

A fragilidade excessiva é ridícula.

A vaidade excessiva é ridícula.

A inteligência é bem vista e cai bem em ambos os sexos.

Ser sexy tem muito mais a ver com o comportamento do que com a aparência em si e ambos ficam lindos num terno.

Homens e mulheres têm vontades, o desejo é para todos.

A iniciativa não é privilégio do homem.

Atitude sábia, ir à caça do que se almeja, é só um processo para o encontro do que te faz feliz.

A liberdade de expressão é para todos.

A delicadeza cabe a ambos até porque tem a ver com EDUCAÇÃO e educação é imprescindível!

Respeito sempre acima de tudo.

Mulher não é obrigada a saber passar roupa.

Homem não é obrigado a ter habilidades com serviço pesado.

Mas ambos têm capacidade para desenvolver qualquer função.

Todos gostam de estar em paz com o espelho.

A sociedade te transforma, molda seu comportamento, dita regras.

Qualquer um é passível de cometer loucuras por amor.

Independência e saber o que quer, dá medo.

Quando um visita o universo do outro e veste a pele do outro, tudo causa estranheza mas você acaba sentindo os prazeres e dissabores e só dessa forma pode compreender o comportamento.

E, por fim, a depilação sempre será um assunto doloroso em pauta para ambos! rsrs 🥺

Mas o que ninguém pode negar é que duas pessoas que se atraem podem ser tão diferentes ou tão iguais, não importa, quando há conexão eles são complementares!

Motivação para o sucesso das empresas

Todos nós precisamos de motivação para tudo o que fazemos na vida. É o que nos conduz ao crescimento e aprendizado na primeira infância, na idade escolar, na juventude e na vida adulta. Existe motivação para absolutamente tudo: no convívio familiar, na vida amorosa, no trabalho.

Embora seja difícil de descrever, motivação pode ser entendida como uma espécie de combustível, um impulso, uma energia que faz com que todas as pessoas ajam para conquistar seus objetivos, sejam eles quais forem.

Quando falamos de motivação no trabalho, no entanto, tudo se amplifica. A capacidade de motivar cada pessoa de uma empresa é fundamental para o seu sucesso, assim como a falta dela leva qualquer organização ladeira abaixo.

E não estou correndo o risco de estar exagerando com essa afirmação. É a partir da motivação que as pessoas se beneficiam de um clima organizacional melhor e mais produtivo.

Mas confesso que para entender todo esse processo precisei percorrer um caminho longo e atribulado. Precisei buscar a origem da palavra: dos termos em latim motus (“movido”) e motio (“movimento”) para perceber o quanto o conceito também está diretamente associado à vontade, ao interesse e ao esforço.

Remuneração é pouco

Na estrutura e na cultura da sociedade que se iniciou após a primeira revolução industrial na metade do século 19 e perdurou até o século 20, as pessoas foram levadas a acreditar que a base da motivação no trabalho era simplesmente a remuneração. Isso bastava. A prioridade era aumentar cada vez mais a produção e os resultados orientam  as estratégias até hoje.

A “trancos e barrancos”, isso mudou. A essência da motivação passou a ser estudada e medida exatamente por impactar a produtividade, e com isso ganhou valor de mercado. Mesmo que ainda exista a necessidade inevitável de aumento de produtividade e lucro, fica claro que para alcançar resultados é essencial investir na gestão de pessoas.

Posso garantir pela minha própria experiência que apesar da motivação salarial ser de extrema importância, o que move as pessoas rumo aos seus projetos é muito mais que o dinheiro.

É o que percebo todos os dias quando avalio os resultados da minha equipe. E o mais incrível: o “brilho nos olhos” se mantém apesar de todas as adversidades do momento que enfrentamos. Os resultados aparecem.

Manter as equipes motivadas é, sem dúvida, o melhor investimento que qualquer empreendedor pode fazer – sempre!

Muitas vezes nada custa e traz resultados imediatos. São atitudes positivas que servem também como trampolim para o crescimento pessoal e para autoestima das pessoas.

Esse impulso – quase inexplicável – é criado e nutrido por coisas bem diferentes do valor pago pelas horas de trabalho.

Passam por disponibilidade, incentivo ao diálogo, comprometimento, comemorações, críticas construtivas, reconhecimento, elogios, exemplos, agradecimentos e, acima de tudo, por confiança plena na liderança e nos demais membros da equipe.

E sendo assim, fica claro que motivação não é algo que se impõe, mas se constrói em via de mão dupla.

E, se ela influencia diretamente o comportamento das pessoas no trabalho e está profundamente relacionada com o nível de comprometimento, quanto mais motivado um profissional está, melhor irá desempenhar suas funções e mais alta será sua produtividade.

Combustível na medida certa

Quando o assunto é motivação, não se pode esquecer que o reverso da moeda também vale: sob o ponto de vista da empresa, colaboradores desmotivados acarretam não só baixa produtividade, mas também posturas e atitudes alteradas que podem tornar o ambiente de trabalho extremamente hostil. 

Não quero falar aqui de planejamentos e estratégias de motivação empresarial. Há inúmeras empresas e profissionais altamente qualificados para ajudar os gestores nessa tarefa.

Quero apenas dar meu testemunho sobre a importância de se trabalhar com profissionais motivados e a necessidade de mantermos relações saudáveis com nossos colaboradores por meio de gestos simples, como agradecimento, diálogo (ainda que virtual), da cumplicidade e clareza de objetivos.

Esse é o verdadeiro combustível que move os relacionamentos no trabalho e mantém a motivação em alta.

De tudo isso resta uma certeza: a lealdade de um colaborador é algo que não se compra. Um profissional que se sente acolhido e motivado a fazer o que gosta está muito mais à vontade e capaz para executar suas tarefas. E a empresa, por sua vez, só tem a ganhar com isso, já que os bons resultados e a felicidade dos colaboradores são fatores interligados.

No entanto, não há como há como fugir da responsabilidade das lideranças.

 O principal fator de impacto na motivação dos colaboradores é o tipo de posicionamento do superior imediato. Se houver uma postura adequada da liderança, as chances de motivar as pessoas no ambiente de trabalho são muito maiores.

Um gestor sem empatia, inseguro nas decisões, que procura culpados, faz cobranças em excesso, favorece um ou outro colaborador, não aceita novas ideias e toma para si ideias de outros agindo com arrogância, desrespeito ou agressividade certamente coloca tudo a perder. São apenas “chefes” ruins e não de líderes que motivam.

Hoje, apenas um grande conhecimento na área não é suficiente para ocupar um cargo que envolva a gestão de equipes. É preciso ter aptidão para a liderança e estar disposto a desenvolvê-la cada vez mais.

E aí destaco o papel da comunicação assertiva para mostrar ao colaborador o real significado de seu papel e o impacto que seus esforços trazem para a empresa.

Além disso, todo empenho é  válido para criar uma cultura de feedback: uma das maneiras mais eficazes de demonstrar reconhecimento e valorizar a importância de cada um.

Uma prática simples, mas que por meio de uma comunicação direta e transparente é capaz de construir melhorias contínuas no ambiente de trabalho e consequentemente, mais produtividade.

Você realmente sabe o que é marketing pessoal?

O que é marketing pessoal?

É o conjunto de ações que determinam uma percepção positiva sobre um indivíduo. A importância do marketing pessoal vai muito além da mera percepção positiva ou negativa do público, pode ser transformador tanto para negócios quanto para carreiras, independentemente do tamanho da empresa ou do nível profissional da pessoa em questão.

E como fazer seu marketing pessoal?

Autoconhecimento é o ponto de partida. Sua estratégia de apresentação deve ter como base a realidade de suas qualificações e comportamentos. Quando você se conhece verdadeiramente, saberá seus pontos negativos e precisará trabalhar formas de minimizá-los.

Há características que destacam alguns profissionais e se você ainda não as desenvolveu, precisa aperfeiçoá-las com muita disciplina. Sua imagem tem um grande valor e é construída ao longo de sua vida profissional e pessoal.

Comece observando como você se relaciona com as pessoas nas formas mais simples. Um “bom dia”, “por favor”, “obrigado” e outras palavras de gentileza fazem bastante diferença na análise do perfil de uma pessoa ao se relacionar em um grupo, por exemplo.

Características de um bom marketing pessoal:

Liderança: Influencie os outros de forma positiva, forme opiniões, construa pontes.

Confiança: Tenha segurança ao falar, seja assertivo, com isso suas informações serão sempre confiáveis.

Visão: Saiba o que fazer e porque fazer, adquira experiência, aprenda sempre, sugira melhorias na sua rotina, bem como de seus colegas.

Espírito de equipe: Ofereça ajuda aos colegas mesmo quando não for solicitado, tenha disposição em colaborar, gentileza sempre vai gerar gentileza.

Maturidade: Resolva conflitos com elegância e senso de justiça.

Integridade: Faça o seu trabalho de forma correta e sem prejudicar o outro, ambição demais também pode ser muito prejudicial e desviar condutas.

Visibilidade: Se prepare para novos desafios, não se esconda. Querer permanecer na zona de conforto pode não ser positivo para você.

Empatia e otimismo: Reconheça o trabalho bem feito dos profissionais ao seu redor mesmo que não seja o gestor deles, crie laços e seja uma pessoa otimista diante das pressões.

Paciência: O melhor caminho para ganhar notoriedade é investir nas suas competências. Pode levar algum tempo para que a empresa conheça suas habilidades, não desista e continue entregando um bom trabalho.

Agora que ficou um pouco mais claro como desenvolver um bom marketing pessoal, coloque em prática essas ações e, com certeza, você criará uma imagem cada dia melhor. Saiba cultivar o seu reconhecimento, agindo assim você terá uma excelente projeção do seu trabalho.

Sensação de pertencer

Pertencer a um meio e se sentir inserido em um grupo social são necessidades inerentes do ser humano. Por esse motivo estamos unidos a comunidades, família e ciclos de amigos que compartilham de nossos gostos, objetivos, cultura, religião etc. Isso permite que as pessoas se sintam aceitas e reconhecidas em qualquer área ou contexto da vida.

Sabe aquela sensação boa de “se sentir em casa”? No trabalho e nas relações profissionais, não é diferente. O sentimento de pertencimento no trabalho faz com que os colaboradores estejam mais integrados à empresa, às suas atividades, valores e aos seus resultados. Estar integrado a uma cultura de pertencimento organizacional também é uma maneira de encontrar um propósito no trabalho e ter uma maior realização profissional.

No endomarketing devemos realizar ações em que todos os colaboradores se sintam engajados e acolhidos em um propósito. Para que isso ocorra cada um dos colaboradores precisa se sentir parte do processo, mais do que isso, o trabalho deve ser o local onde haja a oportunidade de se desenvolver profissionalmente, estabelecer ligações interpessoais e cultivar um espírito colaborativo, afinal, é no trabalho que passamos boa parte do nosso dia.

A ideia de promover a sensação de pertencimento dos colaboradores é o que move as empresas que se preocupam com o ambiente organizacional para tantas ações. Cada um do colaboradores compõe uma peça neste processo e, certamente, para a empresa que completa este quebra cabeça é um orgulho contar com o engajamento natural de todos com os valores institucionais.