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Transformação Digital

Uma das tendências de inovação que mais impactaram negócios e pessoas, sem dúvida, foi a transformação digital.

E o que ela traz de mais importante?

Uma cultura de orientação por dados, o famoso termo Data Driven. O achismo é eliminado do planejamento estratégico e todas as ações são baseadas em dados reais que podem ser acompanhados milimetricamente e com isso ganhamos em assertividade.

O monitoramento das informações e norteamento dos resultados agora pode ser feito em tempo real possibilitando decisões mais ágeis e, consequentemente, resultados melhores porque efetivamente nós estamos “medindo a pressão” do cliente 24 horas.

Os ajustes em campanhas de lançamentos de produtos e serviços são feitos just in time, dessa forma conseguimos melhor desempenho na performance ao longo do processo. Este acompanhamento criterioso e analítico nos possibilita, entre tantas outras vantagens, nos anteciparmos às necessidades dos nossos clientes, então a partir dessa análise de dados não precisamos esperar o cliente bater em nossa porta, todos os dados oferecidos nos dão direções para que possamos agir antes do cliente demonstrar interesse, logo, mostramos a ele algo que ele nem sabia que tinha necessidade e provocamos assim um desejo, criamos uma tendência, por exemplo.

Preste bem atenção: O cliente está cada vez mais ao centro do processo de marketing digital!

Online ou off-line, não importa os canais que serão adotados na estratégia, todos eles devem estar muito bem integrados entre si em toda a experiência da jornada do cliente. O Omnichannel é muito bem-vindo para um marketing cada vez mais ágil e clientes cada vez mais exigentes e conectados.

A experiência do usuário deve ser acompanhada do início ao fim. O importante é oferecer o maior número de touch points durante toda a jornada. A experimentação deve ser facilitada, a implantação de processos ágeis de marketing torna-se obrigatória, a redução dos ciclos, aceleração do aprendizado, tudo isso torna as campanhas mais efetivas com resultados melhores.

Estamos assistindo à agregação da Inteligência artificial, já saímos do atendimento humano e avançamos para o person to machine, mas nunca podemos esquecer, ao montarmos o fluxo de um chatbot, um exemplo simplório, que do outro lado temos sempre uma pessoa com expectativas, sentimentos e necessidades a serem supridas.

Os processos ágeis obrigatórios que essa transformação exige, partindo para o tema mudança de cultura, evidenciam as mazelas formadas pelos silos organizacionais, que nada mais são do que colaboradores, equipes e departamentos dentro da empresa que trabalham de forma isolada, não se comunicam ou não cooperam para o sucesso do trabalho de outras equipes e da empresa em geral.

A comunicação efetiva, compartilhamento de dados através de sistemas integrados (nestes coloco grande ênfase na necessidade de investimento e treinamento), bem como a mudança de mindset de todos os envolvidos no processo, além de diversos outros aspectos, cooperam e são somente a base para um único objetivo em comum, o sucesso do negócio diante de tal transformação digital.

Além disso, não podemos esquecer que todo processo tem bônus e ônus. Diante disso, com esse avanço no digital, aumentam também os riscos de ataques de hackers à sua base de dados, já que como dito no início, os dados são verdadeiros diamantes, considerando tamanho valor que essas informações representam.

Enfim, para que não estendamos muito este assunto, porque, de fato, é algo que rende alguns vários vieses, embora muitos já estejam cansados da sigla LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), deixo minha observação para você que ainda está passando por todo este processo de transformação digital e ainda se sente inseguro neste caminho, conheça um pouco mais sobre a Lei nº 13.709/2018 neste artigo do RD, que é a legislação brasileira que regula as atividades de tratamento de dados pessoais e que também fará parte de sua rotina nesta virada de chave.

Boa sorte! 😉

Assista ao programa Marketing Now #31 exibido pela TV Mais e ABCCOM e conheça um pouco mais sobre o tema e o seu impacto nos negócios:

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“Só sei que nada sei”

A frase “só sei que nada sei” atribuída ao grande filósofo grego Sócrates é um reconhecimento por parte do filósofo sobre, talvez, sua ignorância diante de algo. Até hoje, ainda há controvérsias no meio de estudiosos sobre se realmente Sócrates tenha dito a frase, mas o fato é que, independente do autor, a pequena frase atemporal nos ensina muito.

Aquele que julga já saber de tudo se sufocará com sua suposta exacerbada sapiência em algum dado momento. Essa condição se aplica a qualquer setor de nossas vidas, seja profissional ou pessoal. Ao longo de um dia, por exemplo, recebemos milhares de informações diretas de outras pessoas, dos meios de comunicação, documentos de trabalho, livros, sites, uma mensagem no WhatsApp, redes sociais, além de sermos o tempo todo impactados direta ou indiretamente com situações nas quais são expostas as habilidades comportamentais das pessoas, podendo haver abordagens completamente divergentes e opostas para um mesmo simples problema.

A grande questão está na forma de aceitação e processamento das informações que até ali não eram sabidas por nós ou, então, como lidamos diante de uma opinião contrária a nossa. Você recebe tranquilamente críticas construtivas? Assume publicamente que não conhece nada sobre determinado assunto? Diante de uma opinião que discorde, você tenta enxergá-la do ponto de vista alheio? Importa-se se pode ferir outras pessoas ao impor sua inflexível opinião? Se a maioria de suas respostas para essas questões foi NÃO, você é elegível ao grupo de pessoas que têm tornado o mundo muito chato.

Todos nós estamos em um exercício de evolução constante. Quando nos enxergamos como eternos aprendizes ao longo da vida, nos elevamos a uma humilde e inteligente condição de ser, muito nobremente adquirimos sabedoria, naturalmente evitamos grandes decepções, respeitamos e valorizamos a troca de conhecimento entre as pessoas e educadamente filtramos tudo que recebemos, assim como devemos filtrar tudo que passamos adiante.

A leveza de dizer “só sei que nada sei”, considerando seu amplo e complexo significado, não nos inferioriza intelectualmente, nem nos prende a paradigmas, mas, sim, nos traz a libertadora sensação de que podemos mudar, errar e acertar, sermos melhores como seres pensantes, mas acima de tudo, humanos.

(A Morte de Sócrates é uma pintura de 1787 do pintor francês Jacques-Louis David. Representa a cena de morte do filósofo, por ter sido contra as ideias dos atenienses e corromper a mente dos mais jovens.)

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Você está pronto para recomeçar?

Imagine o quanto seria difícil e cansativa a vida se não tivéssemos ciclos. Se não houvesse começo, meio e fim. Se um ano não fosse composto dos meses de janeiro a dezembro. Certamente algumas pessoas surtariam. Eu, pelo menos, seria uma delas! Definitivamente acredito que os recomeços são quase uma necessidade orgânica.

A vida é feita de ciclos e etapas e, a cada final, é muito natural fazermos o balanço de tudo que tivemos como resultado, seja bom ou ruim. E mesmo que o fluxo da vida siga adiante com recomeços e novos planejamentos, muitas vezes permanecemos ainda apegados a velhos hábitos. Não que isso seja um problema, mas, veja bem, desde que sejam hábitos bons e saudáveis!

A cada ciclo finalizado nos enchemos de novas bagagens recheadas de experiências, aprendizados, conceitos, memórias, sonhos e desejos que estão intimamente associados à construção de nossa estrutura e, por que não, a nossa desconstrução.

Ao mesmo tempo que tememos as mudanças que chegam com um novo ciclo, ficamos no anseio de que tudo recomece de forma melhor, maior, mais acelerada ou mais lenta, mas, de forma unânime, sempre esperamos que tudo comece de forma diferente do que no passado e que nos surpreenda positivamente.

Mas você já parou para pensar que há coisas que não dependem de nós para que sejam diferentes?

A mudança principal para que recomecemos bem um novo ciclo, um novo ano, um novo projeto ou, que seja, um novo relacionamento tem que partir de nós. A propulsão ao sucesso que almeja em cada resultado é acionada por uma mola chamada VOCÊ.

Então, antes de colocar na ponta do lápis seus planos para 2022 e projetar suas expectativas de mudanças a terceiros, faça uma viagem introspectiva e busque seus pontos a serem melhorados e queira verdadeiramente se tornar alguém melhor para esse novo momento. Você está recebendo mais 365 dias de vida, um presente extraordinário, portanto, tenha muito respeito pelo novo capítulo a ser escrito. Vista-o com a mesma sensação de estar vestindo sua roupa mais linda, aquela que dá uma valorizada no “visu”. Ouça-o na mesma intensidade com que ouve sua melhor playlist no Spotify e dance como se não houvesse amanhã. Porque se você parar para pensar, como diz Renato Russo, “na verdade não há”. Pense nisso!

Que 2022 seja feito de muita felicidade! 😉

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O que fica de nós

2021 está se findando e, se não fosse esta sensação muito latente, seria clichê dizer que foi um ano difícil, mas de fato temos passado épocas complicadas, não é?

Apesar de todas as mazelas ocorridas entre 2020 e 2021 no mundo e regionalmente no Brasil, nossa casa, um vírus chamado SARS-CoV-2 (Covid-19) que parou nações do primeiro ao terceiro mundo e causou muitas perdas, instaurando-se o caos na saúde pública e privada, irresponsabilidades políticas vindo à tona (nenhuma novidade neste quesito), economia ladeira abaixo e, com tudo caindo sobre nossas cabeças, a única coisa que podíamos fazer é nos determos em nossos lares banhados a álcool em gel.

Sim, quase um roteiro de filme de guerra ou ficção científica, no auge da pandemia pudemos nos imaginar como Robert Neville, personagem de Will Smith no filme Eu sou a Lenda. Mas o fato é que tudo isso vem acontecendo e agora estamos naquela parte do filme em que os sobreviventes saem dos escombros e enxergam a luz do dia, sobretudo amedrontados com o inimigo ainda invencível, mas aliviados por poderem estar aqui lendo este texto.

Diante de tudo isso, é inevitável não questionarmos o propósito desta árdua revolução na humanidade. Para nós que passamos pelo pior momento e somos vencedores desta batalha, afinal estamos vivos, devemos fazer a sábia reflexão do que restou em nós além de subjetivas (ou não) cicatrizes.

O que realmente fica como aprendizado para nós? O valor dos momentos! Sentimentos, atitudes, perdão, palavras ditas e não ditas, afeto em qualquer forma, uma ligação reconfortante para ou de um amigo, doações aos mais necessitados, alguns rompimentos nas relações e até a compreensão e respeito pelo “fique em casa por nós”! Com tudo isso que passamos precisamos ter retido um grande aprendizado, pois acredito que ninguém passa por uma revolução sem evoluir, a duras penas eu sou prova viva disso.

Acredito que estamos saindo mais fortes e menos fúteis. O que tinha tanto valor antes da crise sanitária, hoje vemos que se tornou pífio se não tivermos saúde e diante da ausência daqueles que amamos. Estar dentro de um abraço nunca teve tanto valor como agora! Hoje, talvez, não enxerguemos nossa rotina tão chata como antes.

É a essência do que é bom e do bem brotando novamente dentro de nós, estamos abrindo uma janela de oportunidades para nos tornarmos seres humanos melhores, para nós e para o próximo. É a nossa responsabilidade nos chamando, mesmo que sejamos uma mísera gota parte minúscula de um vasto oceano, mas juntos somos grandes, complexos, profundos e dependentes uns dos outros, isso é fato.

A mudança evolutiva é unânime? Infelizmente, não! Há ainda aqueles que saem disso tudo sem terem aprendido absolutamente nada, pior, são aqueles que saem ainda mais avarentos. Mas a reflexão principal que trago neste texto é que tenho a esperança de sermos esta maioria que semeia de forma consciente e coletiva por dias melhores, que aproveitará este momento e todo aprendizado adquirido para viver verdadeiramente um novo ciclo, seja ele um reinício, uma reinvenção ou uma continuidade, fáceis ou difíceis, mas que seja, acima de tudo, repleto de saúde, amor ao próximo, respeito, prosperidade e gratidão.

Venha 2022! Estou ansiosa por faze-lo o melhor ano da minha vida.

(Na foto minha afilhada Helena e eu. Somente para personificar o que realmente importa, os momentos mais simples que enchem nossos corações de alegria.)

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Você se considera uma pessoa criativa?

Nesta matéria do Jornal Fala Brasil, edição de sábado (02/10/2021), a jornalista, Thalita Oliveira, fala sobre a origem da criatividade e como desenvolve-la. Contribui contando um pouco da rotina do processo criativo com minha equipe de marketing da RS Serviços e quais são as práticas que utilizamos para destravar a criatividade. Confiram a matéria na íntegra:

Espero que gostem! 😉 E você, se considera uma pessoa criativa?

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Você conhece os 7 pecados capitais do trabalho?

Você já se atentou à possibilidade de que quando cometemos um erro pela segunda vez, ele pode não ser mais um simples erro, mas, sim, uma escolha sua?

Quando partimos do pressuposto de que errar é humano, logo completamos a frase quase que instintivamente: persistir no erro é burrice! Muitas vezes, a insistência em uma falha nos evidencia que estamos diante de alguém que não está disposto a aprender com os próprios erros. Pior ainda, é aquele que comete falhas constantemente em prol de benefício próprio, consequentemente prejudicando outras pessoas e interferindo em processos lícitos, seja nas relações da vida pessoal ou profissional.

Identificou alguma situação na qual se deparou com alguém assim? Bem-vindo à vida adulta! Parece duro ter que pensar assim, mas muitas vezes nos encontramos inseridos nesse cenário durante a maior parte do nosso tempo, principalmente no ambiente de trabalho.

Trabalhar em equipe nunca foi tarefa fácil, mas para algumas pessoas, o convívio, o respeito mútuo, o bom caráter, o cumprimento de regras e as boas maneiras são quase uma missão impossível! Facilmente conseguimos identificar a “laranja podre” da equipe (cuide para que não seja você essa pessoa), pois normalmente o indivíduo tem um comportamento mesquinho e tenta conseguir vantagens a qualquer custo, cometendo os 7 pecados capitais do trabalho:

  1. Ira: cultiva antipatia e promove intrigas entre as pessoas.
  2. Gula: devora sempre as oportunidades alheias e não dá conta de cumprir com suas próprias responsabilidades.
  3. Preguiça: morre de medo de sair da sua zona de conforto e boicota novas metodologias.
  4. Soberba: usa o poder de seu cargo, experiência e artimanhas para adquirir vantagens.
  5. Inveja: não divide os créditos de uma conquista em equipe, não contribui para o resultado alheio e nunca reconhece os méritos de outra pessoa.
  6. Avareza: centraliza tudo e não compartilha informações necessárias com outras pessoas.
  7. Luxúria: o famoso “puxa-saco” tem necessidade de agradar seu superior a todo momento e distribui mimos aos colegas em troca de facilidades.

Fazer um bom trabalho e ser empático são deveres de todos para um ambiente justo e agradável e para que você não cometa os pecados capitais do trabalho, exercite algumas práticas:

  • Você não pode transformar tudo ao seu redor, então desenvolva mais o “jogo de cintura”;
  • Lembre-se que seu trabalho se conecta com o trabalho de outro, tenha definidas suas funções e prioridades, mas não deixe de ser um facilitador para a próxima etapa do processo, o objetivo da empresa é um bem em comum;
  • Esteja pronto para as mudanças. Tentar manter-se em zona de conforto te deixará desatualizado diante da velocidade das mudanças corporativas;
  • Use seu conhecimento para atrair admiração e não para diminuir outras pessoas, todos sempre terão algo para te ensinar;
  • Gratidão gera gratidão. Seja lembrado como alguém generoso e especial, reconheça o valor das pessoas;
  • Amplie-se para novos desafios. Dê autonomia para que outras pessoas se desenvolvam.

Não somos donos da verdade absoluta, tão pouco estamos excluídos de cometermos atos falhos. Admitir nossos erros não significa fraqueza, significa sabedoria e humildade de que somos eternos aprendizes, bem como podemos dividir o que temos de melhor para com as outras pessoas. Ter o respeito genuíno de todos vale mais do que ter a razão de tudo.

Processos eficientes impactam no sucesso do Marketing

Não adianta ser da “boca para fora”. Processos bem estruturados e contínuos de gestão, qualidade e inovação são refletidos organicamente na sua marca. O melhor Marketing ainda é o boca a boca. Concorda?

Quem é do tempo da frase impressa nos sacos de pães, “Servimos bem para servir sempre”, vai entender que hoje a frase deve vir acompanhada das informações:

  • Pães just in time;
  • Maior variedade de pães da região;
  • Sem glúten;
  • Tabela nutricional;
  • Seu desjejum mais saudável;
  • Entrega express;
  • Aceitamos dinheiro, crédito, débito e pix.

O foco está na satisfação do desejo, superar as expectativas do seu cliente. Para isso, o processo é árduo e vem de dentro!

Confira a matéria da Revista Infra, por Lea Lobo, Diretora de Conteúdo. Acesse o link:

Facility Services aliada à inovação e gestão com a ISO 9001:2015

“Fazer o bem, faz bem. Com esse propósito a RS Serviços oferece soluções em facilities services por meio de um atendimento personalizado, envolvente e dedicado. A gestão alicerçada pela ISO 9001:2015 começa por valorizar os próprios serviços profissionais e a relação com os seus mais de 700 clientes, que são apoiados por tecnologias que permitem uma melhor performance dos contratos e retenção dos clientes”. (trecho da matéria Facility Services aliada à inovação e gestão com a ISO 9001:2015)

Outubro Rosa: A importância do diagnóstico precoce no combate ao câncer

O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no Brasil e no mundo. A campanha do Outubro Rosa, impulsionada por várias instituições nesta época (leia mais no site do INCA – Instituto Nacional de Câncer), tem a missão de conscientizar a todos sobre as chances de cura do câncer de mama quando descoberto precocemente.

Na fase inicial, o tumor geralmente não causa dor. Porém, à medida que cresce, a mulher pode perceber algumas alterações. Por isso é muito importante que as mulheres conheçam seu corpo e estejam sempre atentas a qualquer mudança.

Gosto sempre de ressaltar que não só o câncer de mama, mas também o câncer de ovário é extremamente silencioso, este, por sua vez, quando aparecem os primeiros sintomas, a doença já está em um estágio bastante avançado. Esta dor eu senti na minha própria pele, pois perdi minha mãe há 2 anos para um câncer de ovário. Ironicamente, descobrimos sua doença em 20 de outubro de 2017 e ela faleceu em 04 de outubro de 2019. Em um final de semana ela estava dançando e se divertindo em uma festa de casamento e poucos dias depois ela sofria de fortes dores e recebia a pior notícia de nossas vidas. L

Portanto, fica meu apelo para que todas as mulheres tenham em sua rotina os cuidados a seguir:

  • Consulte seu médico ginecologista anualmente. Caso já tenha tido mulheres da família acometidas pela doença, o ideal é que o acompanhamento seja feito a cada seis meses;
  • Exija que seu médico solicite o exame de mamografia, ultrassom de mamas, tomografia e ultrassom da região pélvica;
  • Ao menor sinal de desconforto, procure um médico;
  • Faça o autoexame.

Lembre-se sempre: a detecção precoce, literalmente, está em suas mãos. Cuide-se! ❤

WhatsApp, Facebook e Instagram off-line! E agora?

Enquanto seguíamos hoje horas a fio com a instabilidade repentina das principais mídias sociais que geram tantos leads e possibilidades de negócios para tantas empresas, acredito que muitas pessoas surtaram, principalmente aquelas empresas que dependem apenas do WhatsApp ou das redes sociais para gerarem novos leads.

Pois é, isso significa que centenas de oportunidades de vendas foram perdidas. 😦
Mister Zuckerberg deve estar dizendo, “isso acontece nas melhores famílias”. Ahã…

Não é de hoje que a turma do Facebook vem aprontando. Sermos dependentes de canais exclusivos já tem nos mostrado há algum tempo que esta não é a melhor ideia.

Uma solução muito prática que utilizo há quase um ano e que tem me mostrado resultados muito eficientes é a ferramenta Leadster.

O marketing conversacional vem sendo revolucionado com as plataformas de automação. Os chatbots são programas que simulam um ser humano na conversação com potenciais clientes. O objetivo, além de filtrar e qualificar leads através de fluxos de conversas personalizadas (este foi o meu fator decisivo para contratar a solução), é atender com agilidade as perguntas de tal forma que as pessoas tenham a impressão de estarem conversando com outra pessoa, otimizando o SLA de atendimento.

A ferramenta que pode ser instalada diretamente no seu site, ainda oferece um dashboard com informações de origem do lead, demonstrando-se muito útil também para definições de estratégias de Google Ads, por exemplo.

Depois deste dia macabro de abandono de Mark Zuckerberg (é rir para não chorar), deixo essa dica de uma solução que me ajudou muito nas minhas campanhas de marketing digital. Para conhecer um pouco mais ou até fazer um teste grátis de 14 dias da ferramenta Leadster clique aqui.

Espero que gostem! 😉

Agora: tempo de ser feliz

Existe somente um tempo para sermos felizes e esse tempo é agora. Passamos muitas horas do dia com as atividades do trabalho. E nas horas de lazer, como você tem aproveitado seu tempo?

A vida é feita de momentos e nossas melhores lembranças são compostas por pessoas especiais, sejam elas amigos, familiares, colegas de trabalho ou até mesmo momentos que estamos em paz com nossa própria companhia, assistindo um filme, lendo um livro ou um artigo interessante ou cozinhando um prato delicioso ao som daquela música predileta!

Porém, há aqueles que passam horas a fio colados no celular, meros telespectadores das redes sociais, que se baseiam na vida de outras pessoas para construírem seus objetivos de vida. A internet nos insere em universos que jamais poderíamos imaginar estarmos e isso pode, de fato, ser uma mola propulsora para construirmos sonhos a serem realizados com planejamento e foco. O problema ocorre quando nosso precioso tempo é perdido absorvendo conteúdos que nos trarão frustrações ou que, infelizmente, nos fazem abstrair nossa existência. Quando alguém chega nesse ponto, começa a renunciar sua vida social, abdica de estar entre amigos e familiares e submerge-se em um universo isolado e frio, em que resta somente a tela do celular e a pessoa.

Os ladrões do nosso tempo, que são inúmeros, não levam somente calculadas horas do nosso dia, nos impossibilitam de viver momentos, de estarmos com as pessoas que amamos, de ensinarmos e aprendermos com nossos filhos, de aproveitarmos a experiência, o amor incondicional e carinho de nossos pais ou a alegria e descontração de um bate-papo entre nossos melhores amigos. Os momentos nos trazem sensações de bem-estar, são através deles que construímos nossa bagagem afetiva que levaremos por toda a nossa vida. Vida essa, única, que nada mais é do que o tempo que nos é dado e cronometrado a partir do nosso nascimento.

Olhando por esse prisma, fica fácil entendermos a importância de cada segundo e a enorme diferença entre o tempo vivido e o tempo simplesmente gasto?

Trazer esta reflexão à tona não serve para impulsionar atitudes impensadas que caibam de forma simplória na expressão “viver a vida adoidado” ou lamentar pelo tempo perdido que agora sabemos do seu valor. Na verdade, este texto é para nos fazer pensar na qualidade do nosso tempo, em como levamos nossa vida, o que levaremos dela e o que deixamos como nossa marca no mundo.

Pense bem e responda para si mesmo: você já viveu hoje?